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Atriz gostaria de fazer o filme antes de ficar velha para o papel
 

O filme baseado em "Friends" é, com toda certeza, uma das coisas mais aguardadas no mundo seriado. Os fãs da série até hoje nutrem a esperança desse dia chegar. E as especulações acontecem sempre.

Alguns atores do elenco já manifestaram vontade em participar do filme, enquanto outros se negam. Porém, não se pode acreditar em tudo, pois segundo a imprensa, a atriz Jennifer Aniston era uma das que se opunha a fazer o filme, o que nesta semana acabou sendo desmentido pela atriz.

Em entrevista a revista britânica OK, Jennifer disse que quer fazer o filme sim, e que, inclusive, acha que a produção deveria ser adiantanda para evitar que os atores estivessem muito velhos para interpretar os personagens. "Nós sabemos o quanto as pessoas querem o filme e é claro que faremos se for correto. Mas eu acho que temos que fazê-lo antes de estarmos velhos demais e o filme se torne uma versão geriátrica de 'Friends'. Vamos acelerar!", dissea atriz.

"O que impediu um filme de 'Friends' até agora é que as pessoas estavam preocupadas de que Jennifer estivesse famosa demais para ser Rachel de novo. Mas a verdade é que ela está finalmente disposta a fazê-lo e adoraria trabalhar com todos aqueles atores e produtores de novo", contou uma fonte próxima à atriz.
 
Saiba o que Bryan Fuller espera para Heroes
Assim como foi anunciado aqui, Bryan Fuller teve sua série Pushing Daisies cancelada no prime time da emissora ABC. Com isso, ele voltou para a NBC, aonde exercia o cargo de produtor da primeira temporada de Heroes, função que voltará a exercer, assim como a de consultor da série, a partir do episódio 19 da atual temporada do seriado. Com tantas mudanças em sua carreira Michael Ausiello, da EW, entrevistou Fuller e perguntou tudo o que os fãs de Heroes queriam saber: o que mudará na série quando ele começar a trabalhar ao lado de Tim Kring? Confira a entrevista traduzida na íntegra pelo CineSéries:




 


Ausiello: Aonde Heroes deu errado, na sua opinião?
 

Bryan Fuller: Tornou-se muito dendo e caiu em certas armadilhas da ficção científica. Por exemplo, na história de Villains,
quando se fala de fórmulas e catalisadores, você acaba saindo do drama. E eu acho que o objetivo de todos é colocar a cara de novo no drama. Você tem que salvar algo mostrando um certo rosto; caso contrário você não vai entender por que você está se importando com a história. Eu acho que a trama de Villains começou muito interessante, e depois se tornou pouco clara e densa e eu não conseguia fisgar mais o interior dos personagens e entender suas motivações. Eu também comecei a me sentir confuso com relação aonde estavam as habilidades das pessoas. Uma das melhores coisas na primeira temporada era que a metáfora para suas habilidades era muito clara. Essas metáforas pareceram ficar mais complicadas nas últimas duas temporadas. Eu compartilho dessa preocupação com toda a equipe de roteiristas. Não é como se eu estivesse chegando e dizendo: “Isso é o que você precisa concertar!”. Todos sabem o que é preciso ser concertado e todo mundo já está rumando para essa direção.

 


 


 


Ausiello: Seu trabalho começa no episódio 19, certo?
 

Bryan Fuller:
Sim. Sou sortudo por estar entrando em uma história muito emocionante. Jeph (Loeb) e Jessé (Alexander) – ex-produtores executivos –, antes de deixarem o show, deixaram tantos acontecimentos ótimos em movimento na
história de Fugitives (que estréia dia 2 de Fevereiro). Realmente é um novo começo. Todos os personagens estão de volta em suas vidas reais. Você vê Peter como um enfermeiro. Claire está procurando faculdades. Saímos do mundo de fórmulas e do quase-mágico.


Ausiello: Os episódios de Fugitives irão levar a um sólido episódio 19?
 

Bryan Fuller: Sim. Os episódios 14, 15 e 16 são incríveis. Toda a história de Fugitives começa muito forte, e depois fica um pouco densa na metade em termos de mitologia. Então eu cheguei bem no momento em que todos estavam
percebendo “Oh, nós estamos ficando muito densos aqui e nós precisamos colocar rostos nas histórias, porque não há rosto algum na fórmula, não há rosto algum em salvar o mundo”. Então estamos virando esse grande
navio de volta para uma veia mais focada nos personagens, e todos da equipe de roteiristas compartilham desse desejo. Nós precisamos voltar para o lugar dos personagens, porque foi alí que a história começou: muito limpa, e com metáforas de superheróis para a vida cotidiana. Esse é o caminho que estamos pegando. Mas é um navio muito grande, então irá demorar um pouco para conseguirmos virá-lo.
 


Ausiello: Algum plano para cortar o elenco que anda espalhado?
 

Bryan Fuller: Pessoas vão morrer. E algumas vão voltar. A esposa de Matt, Janice, volta. Nós iremos descobrir o que acontece quando temos um superbebê. Nós também iremos contar menos histórias por episódio. Nós vamos nos limitar a três ou quatro e uma grande trama, que irá amarrar todas as histórias. Nós estamos alterando a estrutura do programa para que exista uma história muito clara. Uma história que ocupa uma grande porcentagem do show, então essa história ganha mais tração.


Ausiello: Você vê a quarta temporada como um completo reboot da série?
 

Bryan Fuller:
Não é necessariamente um reboot, uma vez que é um retorno ao espírito básico do show. Eu não acho que os problemas as série têm sido ela se tornar seriada, mas sim a densidade de histórias que se tornaram seriadas.
 


Ausiello: Você fará parte do show na próxima temporada?
 

Bryan Fuller: Essa é a idéia.
 


 


 

Ausiello: As recentes mudanças nos bastidores na NBC irão gerar impacto no show?
 

Bryan Fuller: É difícil imaginar Heroes sem Katherine Pope (precisente da Universal Studios), porque ela foi
uma defensora tão grande do show. Ela foi de uma ajuda tão grande em implementarmos um tom e um estilo ao programa na primeira temporada. Ela é uma peça vital tanto quanto qualquer pessoa no show nesse momento. Sua contribuição não pode ser desvalorizada. Vai ser muito interessante ver a sacudida que sua saída dará nas coisas.


 

Ausiello: Como tem sido sua relação com o criador da série Tim Kring desde que você voltou?
 

Bryan Fuller: Na verdade está sendo muito positiva.
 

Ausiello: Quem tem a palavra final: você ou Tim?
 

Bryan Fuller: Tim. Eu sou um consultor. Meu trabalho é facilitar a visão do show, e a visão tem sido um pouco inconsistente. Mas Fugitives é uma mudança de águas tão boa. Eu acho que as pessoas que têm sido muito críticas sobre Heroes irão voltar.
 

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